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Coluna Abacate no FUT.SC: "SAF: filão potencial, cuidados necessários."




Equipe Fut SC, parceiros e visitantes, primeira coluna de 2022. O Cruzeiro lançou a pedra fundamental do grande assunto do início do ano no futebol brasileiro. Sociedade Anônima do Futebol (SAF), o formato em que o futebol tem gestão própria, orçamento próprio e se destaca do conjunto do clube. 

Outros clubes pelo Brasil se movimentam nesse sentido para aumentar a capacidade de investimento (as torcidas não fazem questão de contas em dia, preferem títulos. Mas não entendem que contas em dia permitem maiores investimentos futuros). Figueirense, Chapecoense, Hercílio Luz e Joinville, no mínimo 4 clubes catarinenses apostam no formato SAF. O Tubarão, de gestão startup, será o próximo? Outros como Avaí, Criciúma, Marcílio Dias e Brusque, o que acham? 

Fico mais pelo Figueirense, teve a experiência promissora do "clube-empresa simples" mas não deu certo. Foi 1 processo injustamente traumático terminado em 2019, atrapalhou a campanha no Brasileirão Série B (viajou a Cuiabá mas não jogou contra o clube honônimo e quase caiu). 

Não tenho restrição ao formato SAF, defendo a responsabilidade. Sugestões para boa formatação e aplicação: levem as coisas com mais calma, gestão responsável, captação de recursos igualmente para investimentos, contas simples de cada mês e dívidas mais imediatas, respeito no trato com pessoas, bons projetos de futebol, mudança do que está mal, manutenção do que já está bem e tudo vai dar certo.

Goleiro e símbolo, Fábio queria continuar no Cruzeiro mesmo com salário menor, faltou sensibilidade de Ronaldo Fenômeno e equipe. É algo que não pode acontecer em nenhum clube, "safeiro ou não". Boa sorte aos clubes catarinenses que estão entrando no formato SAF. 

É isso e visitem o meu bloguinho: www.abacateturbinado.blogspot.com.br 

* Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do FUT.SC

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